segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Passeio de Trem

Objetivos
Ativar o grupo,quebrar a inibição e desenvolver a agilidade motora.
Classificações
Agilidade, Aquecimento e Quebra-Gelo, Competitivas, Desafio Individual, Físico, Adulto, Infantil, Especial com restrição auditiva, Especial com restrição mental leve, Agitadas
Nº de participantes
no mínimo 10 participantes
Duração
15 minutos
Material
Giz para marcar o chão.
Desenrolar
Para esta dinâmica o facilitador deverá, previamente, desenhar no chão onde for aplicá-la, um trem. Este terá seus vagões representados por um retângulo de aproximadamente 80x40cm (o suficiente para alguém ficar, com folga, com os pés dentro deste). Os vagões estarão dispostos em linha (como um trem obviamente) e ligados por um traço. Na frente do trem será desenhada a locomotiva que também comportará uma pessoa. Se desejar, o facilitador poderá desenhar um vagão restaurante para N pessoas (dizer quantas pessoas comportará). A quantidade vagões + locomotiva deverá ser igual ao número de participantes menos 1.
No momento da dinâmica o facilitador pedirá aos participantes que se posicionem em seus vagões (a gosto de cada um). Isto ocorrerá calmamente pois eles ainda não sabem que tem um vagão a menos. Explica-se que somente uma pessoa poderá ficar em cada vagão (exceto se mudarem-se as regras ou houver um vagão restaurante). Isto deve ficar bem claro para que não ocorram discussões.
Após todos se colocarem nos vagões, alguém irá ficar de fora do trem. Neste momento o facilitador explica como será a dinâmica. Ele diz que irá contar uma história (pode ser improvisada) na qual, e determinados momentos, falará a palavra "trem". Quando isto ocorrer, todos deverão trocar de vagão ao mesmo tempo, não podendo ocupar o vagão vizinho. Isto causará uma grande confusão e, aproveitando este momento, aquele que ficou de fora do trem deverá procurar um vagão para si. Novamente alguém irá sobrar para fora. O facilitador continuará a história e, quando se falar novamente a palavra "trem", todos trocam de lugar. O que ficou de fora corre para algum vagão vazio.
Esta dinâmica facilita muito para quem ficou de fora do trem achar um vagão vazio, de forma que sempre ocorre o revesamento do "passageiro de fora".
Pode-se, durante o contar da histórica, colocar palavras que iniciem com "tre" a fim de confundir os participantes. Exemplo: tremeu, tremedeira, tremenda, três, etc.
É possível, alem dos objetivos colocados, trabalhar-se de forma periféria a camadaragem e a lealdade, já que alguns serão mais afoitos e poderão empurrar alguém para fora.

Mensagem de célula - Ref. 24.09.2017




segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Lição de célula - Ref. 03/09/2017



Eu sou convidado?

Material: Um lenço

Formação: De mãos dadas as crianças formam um círculo. No interior deste permanecerá um jogador com os olhos vendados.

Desenvolvimento: O circulo gira para a direita ou para a esquerda. Quando o jogador do centro bater o pé no chão o círculo para de girar. A criança do centro aponta para um jogador e este dirá: “Eu sou convidado para a grande festa?”. O do centro terá que o reconhecer pela voz, dizendo o seu nome, desta maneira: FULANO (dizer o nome se ele souber) VOCÊ É O MEU CONVIDADO. Caso erre, continuará no centro. Acertando, o que foi apontado ocupará o centro e o outro o substituirá na roda, do contrário, o jogo prosseguirá até que o do centro, fazendo novamente parar o círculo mencionar acertadamente o nome do convidado ao banquete. Quem ficar três vezes no centro paga prenda.

Colher Corrente

Objetivos: Desenvolver a agilidade manual, desinibição e trabalho em equipe.

Nº de participantes: de 15 a 30 participantes 

Duração: 15 minutos

Material: Uma colher para cada equipe e corda fina em comprimento suficiente para fracionar por equipe. 

Desenrolar: O facilitador separa o grupo em equipes menores de, no mínimo, 5 participantes. Os participantes poderão estar dispostos em círculo, sempre na ordem das equipes, ou outra formação a critério do facilitador. A cada equipe entrega-se uma colher, a qual estará presa a um pedaço de cabo (corda fina, cordão de algodão, etc). Ao soar-se um apito, o primeiro participante de cada equipe deverá passar a colher, de cima para baixo, por dentro de sua roupa e rente (encostada) ao corpo. A corda deverá acompanhar a colher mas deixando sempre a outra ponta para trás. Ao terminar o participante entregará a colher para o próximo da equipe que procederá da mesma forma até que, todos da equipe estejam "costurados" pela corda. A colher atuará como se fosse a "agulha". Ganha a equipe que conseguir fazê-lo primeiro. A corda deverá ter um tamanho tal que, ao término, esta possa estar passando por dentro da roupa de todos da equipe e ainda sobre um pouco do outro lado (a outra ponta não deverá ser puxada para dentro da roupa). Pode-se pedir que, quando a equipe terminar, ande até determinado ponto, toque um sino, por exemplo, volte ao lugar original e tenha que fazer a colher voltar pelo mesmo caminho, puxando a corda de volta. Nesta dinâmica acontecem muitas confusões devido a passagem da corda e, de acordo com o grupo, o facilitador deve precaver-se de que ninguém seja constrantigo, principalmente em grupos de gênero misto (homens e mulheres). A fim de facilitar pode-se pedir que a colher passe apenas por dentro da camisa de cada um. Uma variante que pode dificultar ou facilitar é quanto ao tamanho escolhido para a colher